jun
28
2010
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HÉLIO OITICICA / liberdade marginal

Hélio con Almandrade

LIBERDADE MARGINAL

Para Hélio Oiticica a arte era uma opção de vida contra toda e
qualquer forma de opressão: social, intelectual, estética, política…
Inventor, teórico, refletiu e interrogou a brasilidade e a
universalidade da arte, sempre inconformista e indiferente à moda. -
Arte concreta, Neoconcretismo, Parangolé, Tropicália, vanguarda
brasileira dos agitados anos 60, White Chapel Galery (Londres), seis
ou sete anos de Nova Iorque; uma vida de tensão em fazer arte e
habitar o mundo. Ao romper com o objeto/arte como coisa destinada à
visualidade (relação “contemplativa”), busca o tato e o movimento,
repõe a sensibilidade recalcada pelo tecnicismo do movimento concreto.
Cor, estruturas, palavras, fotos, dança, corpo, definem a obra. A
participação física é o centro e o interlocutor do acontecimento/arte,
o conceito de visão envolve todo corpo, difícil não pensar na
fenomenologia de Merleau-Ponty.

Nas palavras de Mário Pedrosa, em 1965:

“A beleza, o pecado, a revolta, o amor dão à arte deste rapaz um
acento novo na arte brasileira”.

O trabalho de Hélio Oiticica teve uma inserção no ambiente cultural de
vanguarda deste país, no momento de sua maior produtividade. Dos
Metaesquemas (desenhos em 58/59, quando o artista era integrante do
grupo Frente) aos ambientes de 69, um percurso que incorporou a
improvisação e a expressividade corporal para construir um trabalho.
Rompeu com a noção de quadro e libertou a cor da relação figurativa. A
cor deixou de ser um aspecto visual, nos ambientes e nos objetos, o
espectador era convidado para o contato físico. Penetráveis
(maquetes). Bólides (objetos de vidro com pigmentos para serem
manipulados), Parangolés (capas para vestir o corpo). Passista da
Mangueira. Tropicália.

“Tropicália é a primeiríssima tentativa consciente, objetiva, de impor
uma imagem obviamente brasileira” ao contexto atual da vanguarda e das
manifestações em geral da arte nacional. Tudo começou com a formulação
do Parangolé, em 1964, com toda a minha experiência com o samba, com a
descoberta dos morros, da arquitetura orgânica das favelas cariocas (e
conseqüentemente outras, como as palafitas do Amazonas) e
principalmente das construções espontâneas, anônimas nos grandes
centros urbanos – a arte das ruas, das coisas inacabadas, dos terrenos
baldios, etc.”
H.O.

“Propositadamente quis eu, desde a designação criada por mim de
“tropicália” (devo informar que a designação foi criada por mim, muito
antes de outras que sobrevieram, até se tornar a moda atual), até os
seus mínimos elementos, acentuar esta nova linguagem com elementos
brasileiros, na tentativa ambiciosíssima de criar uma linguagem nossa,
característica, que fizesse frente à imagética Pop e Op
internacionais, na qual mergulhava boa parte de nossos artistas”.
H.O.

Uma manifestação ambiental em que, ao penetrá-la, o espectador era
bombardeado por imagens sensoriais, devendo reagir com todos os
sentidos, a Tropicália foi instalada pela primeira vez em 1966, no
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Irreverente, rigoroso e
anarquista ao mesmo tempo, coerente com suas propostas, tinha um
perfeito domínio intelectual sobre seu próprio trabalho. Mais do que
uma instalação de arte, a Tropicália era um pensamento avançado sobre
a arte brasileira.

“Como se vê, o mito da tropicália é muito mais do que araras e
bananeiras: é a consciência de um não condicionamento às estruturas
estabelecidas, portanto altamente revolucionário na sua totalidade.
Qualquer conformismo, seja intelectual, social, existencial, escapa à
sua idéia principal”.
H.O. – 1968.

A experiência de Hélio Oiticica parte do concreto para a periferia do
projeto construtivista, adotando procedimentos estranhos como: a
marginalidade, a crítica à produção industrial, a participação do
corpo na leitura da obra. No princípio era Mondrian e Malevitch;
depois, o outro lado da modernidade: Marcel Duchamp. Uma trajetória
exemplar, na forma como transformou o seu trabalho, fazendo da
existência a condição da arte. A vida de um artista não explica a
obra; mas, se comunicam, principalmente no caso de Oiticica. Seu
trabalho é resultado de sua relação tensa com o cotidiano, que via na
marginalidade uma idéia de liberdade; aliás, o artista não é um
marginal que empresta seu corpo ao mundo, para transformá-lo em
pintura?! (Marleau-Ponty). Com a Tropicália, Oiticica submeteu a
brasilidade a uma inteligência rigorosa, sem perder o referencial
poético. Uma proposta cultural que buscava algo à margem, ou melhor,
entre “o visível e o invisível”; construir, com a experiência
sensorial, um pensamento.

——————————————————————————
Almandrade
(artista pástico, poeta e arquiteto)
salvador, 1990
——————————————————————————

gentileza de Rrose SELAVY

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jun
28
2010
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FELIPE ZAPICO ALONSO / Litro de versos en La Vecilla

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Felipe Zapico
Archivos adjuntos 26 de junio de 2010 17:32
Para:………………
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Presentación de Litro de versos en La Vecilla (León), con la participación de Héctor Escobar (editor, que amenaza con llevar la guitarra), Eloisa Otero (prologuista) y Felipe Zapico Alonso (autor, más o menos).

Un saludo

Felipe Zapico Alonso

http://narcisoelvalvulista.blogspot.com/

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jun
22
2010
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PUESTANOMADE en SL

PUESTANOMADE es una propuesta itinerante de teatro argentina que por esos devenires de historias y circunstancias está en Santa Lucía en la persona de Daniel Ponzio.

PUESTANOMADE es una compañía de teatro itinerante compuesta por dos artistas independientes, Carina Villareal y Daniel Ponzio.
Al estilo de los viejos juglares, realiza sus presentaciones viajando de ciudad en ciudad y de pueblo en pueblo, llevando su arte y su cultura a diferentes lugares de Argentina y países vecinos.

Están presentando en su itinerancia ¨JE SUIS DIVORCEE¨… qué es el amor??
el minimalismo de la danza butoh y la impronta clownesca y callejera se unen en una suerte de café concert a ritmo de variete para contar una historia que acerca Paris con Buenos Aires.
teatro, tango, humor dan vida auna poética atemporal que viene a hablar de la ilusión del amor.

Dentro de la propuesta itinerante está la vinculación efectiva con los diversos lugares adonde llegan, lo que los lleva a interactuar con movimientos artísticos locales, en una tarea de siembra y cosecha simultánea para todos.
Hoy día en SL ya se puso en marcha un proyecto a corto plazo entre PUESTANOMADE, DONGILI, TENDALES y María CARBAJAL que será presentado en las primeras semanas de julio.

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jun
17
2010
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jun
17
2010
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NEL AMARO FERNANDEZ / SAN JOSEPH BEUYS . 2010


SAN JOSEPH BEUYS EN SITUACIONES

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nel amaro fernandez
Archivos adjuntos 14 de junio de 2010 17:20
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¡ VOLVER,VOLVER…!.
PD: ÉSTA ES UNA VIEJA HISTORIA CON DOS DE MIS ÍDOLOS,JOSEPH Y GUY, COMO PROTAGONISTAS.
DESPUÉS DE MUCHOOOSSS AÑOS EN EL “CAJÓN” ME DECIDO/ATREVO A PONERLA EN “CIRCULACIÓN” A LA CONSIDERACIÓN DE MIS CORRESPONSALES ELECTRÓNICOS.
GRACIAS A TOD@S.

Nel Amaro

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jun
15
2010
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NEL AMARO FERNANDEZ / junio 2010


SAN JOSEPH BEUYS EN SITUACIONES

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nel amaro fernandez
Archivos adjuntos 14 de junio de 2010 17:20
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¡ VOLVER,VOLVER…!.
PD: ÉSTA ES UNA VIEJA HISTORIA CON DOS DE MIS ÍDOLOS,JOSEPH Y GUY, COMO PROTAGONISTAS.
DESPUÉS DE MUCHOOOSSS AÑOS EN EL “CAJÓN” ME DECIDO/ATREVO A PONERLA EN “CIRCULACIÓN” A LA CONSIDERACIÓN DE MIS CORRESPONSALES ELECTRÓNICOS.
GRACIAS A TOD@S.

Nel Amaro

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jun
14
2010
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_GUROGA / DECARA 2010 (VENEZUELA)

_GUROGA presenta DECARA 2010
5to.SALÓN DEL ROSTRO EN LAS ARTES
5 al 24 de junio 2010
Ateneo EL HATILLO VENEZUELA
http://www.ateneoelhatillo.com/

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jun
14
2010
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Paulo BACEDONIO en QUINTANA’S BAR de Porto Alegre

A Casa de Cultura Mario Quintana

apresenta o segundo espetáculo do projeto

VOZES POÉTICAS UNIVERSAIS

Sessão de Leitura

de

Poesia Brasileira

e a edição especial do livro de bolso Seis poetas brasileiros,

que será sorteada para o público

Convidados especiais: Floreny Ribeiro (poetisa)

e Vitor Bitencourt (músico)

Quinta-feira, 17 de Junho de 2010, às 19 horas

Entrada Franca

Quintana’s Bar/Acervo Mario Quintana – Mezanino

Casa de Cultura Mario Quintana

Rua dos Andradas, 736 – Porto Alegre – RS – Brasil

Idealização e coordenação: Paulo Bacedônio

Apoio: Instituto Cultural Português, Academia de Letras do Brasil

e Casa do Poeta Latinoamericano

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jun
09
2010
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PROYECTO DOMINÓ / PERÚ

Argentinos y peruanos convocados por los artistas Audisio y Abraham para proyecto colectivo.

Los artistas Audisio y Abraham además de desarrollar su obra en forma individual, trabajan algunos proyectos como “EA” o “Equipo A” desde la década del noventa, entre ellos el denominado “proyecto dominó”.

Este dominó, que fue presentado en Ars Latina 2009 en La Habana Cuba como Alfombra y Tendal Dominó, se inició en General Pico con una puesta en escena de pinturas y arte digital conjuntamente con convocatorias a fotógrafos, escritores y artesanos para que se expresaran en relación a la propuesta.

Despertó mucho interés y la muestra rotó por diferentes comunidades en el territorio argentino y adicionó en su trayectoria el dominó por e-mail y los trabajos de dominó de los escolares que entusiasmados generaban sus propias fichas.

Entre otras propuestas, se dirigió y diseñó en el año 2008 un gran mural dominó de nueve metros de largo para “Arte sin Techo”, organización que trabaja en Buenos Aires con gente sin trabajo fijo que vive en la calle, grupo que lo realizó a modo de trabajo participativo y como una manera de valorar el trabajo grupal con fines artísticos.

Un proyecto que comenzó como un juego, se transformó en EFECTO DOMINO ya que iba sumando adherentes junto a variadas actividades en la medida que se iba conociendo; Ana Badillo y Juan Ayala presentaron un hermoso juego teatral en el marco del 1er. Encuentro de Mujeres Pampeanas en abril del corriente año.

En esta oportunidad, convocaron a artistas argentinos y peruanos para que por medio de la imagen establecerían un diálogo entre sudamericanos; el resultado es la muestra que hasta el 24 de Junio se exhibe en la Sala Clementina del Convento de San Francisco en la ciudad de Lima en Perú, y a partir del día 27 de Agosto se exhibirá en el Centro Municipal de Cultura en Santa Rosa, cuyo desarrollo en imágenes puede verse en el sitio Web

http://equipoa-proyectodomino.blogspot.com/.

Los artistas participantes por Argentina- Perú son Aguerido – Martínez, Arangoa – Vilchez, Bernardez – Ramírez, Calderón – Viza, Carassay – Cevallos, Cofré – El Destino, Equipo “A” (Audisio – Abraham) – Equipo “Z” (Delgado – Hurtado), Fernández – Mejía, González B – Ramos, González M – Orihuela, Pumilla – Ayala, Rivero – Yurivilca, Rodi – Lavida, Rossi – Moya.

Como dijera el reconocido artista uruguayo Clemente Padín, “No cabe duda que, nosotros, somos el eslabón mas débil en la cadena imperial. Por ello necesitamos, hoy más que nunca, de un aceitado “sistema comunicacional” por lo menos a nivel artístico, competente y eficaz, que difunda y canalice nuestras reivindicaciones (coma ya ocurrió cuando el período de las dictaduras)”

Jugamos esencialmente por

intercambiar

y esencialmente construyendo

un simple juego de azar…

nos identificamos con

aquellas piezas que no están…

porque la vida es un simple juego

de dominó

se gana, se pierde

se vive, se muere

se pierde

y se gana

* Delgado- Orihuela

Algunas opiniones críticas:

“….Se abren direcciones trasversales en la mismidad, cualquier imagen es base (baza) de lanzamiento, de progresión en el damero, tanto como de recepción. La unidad se desplaza subsecuentemente, creando un campo permeable a sus mutaciones. Hay quizás un enlace con el Pan-Juego de Xul Solar, ese maravilloso ajedrez donde se instauraba una cosmología que repiquetea en notas musicales, construcción de puentes y avenidas, fuerza diálogos poéticos, etc. a idea de damero es la de mapa, que implica demarcar un territorio, es un disparador de ideas fichas que se extiende, tanto puede sumar como contrastarse o aún anular el juego, para dejar ver otro juego, un tapiz de relaciones multidireccional.” Osvaldo Mastromauro.

“… ¿Qué tiene este juego de dominó, que nos inquieta, nos conmueve? Es un juego, y estamos olvidados de jugar. Es una invitación a sumarnos, y golpeados por tantos desencantos, somos reticentes. La cultura de la participación – de una participación real, que modifica el entorno- no está instalada en nuestra desdibujada realidad. Hay esfuerzos dispersos, pero no es lo que se alienta desde las esferas oficiales, porque una sociedad habituada a participar exige ser libre…..” Águeda Franco.

“….Y de pronto aparecen, como en una pantalla, la realidad argentina, la realidad latinoamericana, la historia del mundo: la eterna lucha entre los poderosos y oprimidos, la trasculturización, la colonización, aquellos hombres y mujeres que a lo largo de los siglos fueron las individualidades que lograron transformar al mundo.

Los autores fundamentan el proyecto en la necesidad de resaltar el valor de la amistad, la solidaridad y la unión entre los artistas visuales: pretenden generar un encuentro de artistas, pero la obra trasciende ese deseo primigenio ya que el buscado encuentro se produce con cada corazón sensible que se detiene a mirar. Y lo conmueve, y lo sacude y lo lleva a pensar en su pasado, presente y futuro…..”. Olga Reinoso.

“…Este proyecto de Audisio-Abraham me remite a esas piezas de una unidad perdida y pensarlo es un poco como rearmarse y comprender que compartir imágenes tiene algo de juego generoso, nos educan, es un acercamiento, se intercambian sensaciones y en lo posible las más justas palabras. En el punto más alto de todo juego verdadero, los jugadores se lo toman muy en serio. En Dominó todos atienden el juego de cada cual; nadie se queda en el suyo, con el autismo de un antón pirulero; cada cual es obra de todos.” Miguel de la Cruz.

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jun
05
2010
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ALMANDRADE / poesía visual

El nombre Almandrade – en realidad el artista se llama Antonio Luiz M. Andrade – está asociado a una singular estrategia dentro de lo que se llama arte contemporáneo. El artista plástico, poeta y arquitecto ha producido una obra que se encamina hacia una estética minimalista, hacia una poética que se expresa utilizando un vocabulario mínimo, ya sea pictórico o linguístico. Almandrade es uno de los principales nombres de la poesía visual de Brasil de los años 70.
Según Nicolás Bernard, la ciudad de Bahía, en Brasil tiene sus supersticiones y sus sorpresas culturales, entre ellas Joao Gilberto y Glauber Rocha y por qué no, se pregunta, Almandrade. En definitiva, un artista que viene sorprendiendo desde hace treinta años con el rigor, la sutileza y la coherencia de trabajar con distintos soportes seguido por una tradición de un saber singular.
http://notivaga.com/mpa.asp?autor=Almandrade

Almandrade, Antônio Luiz M. Andrade

É arquiteto, poeta e artista plástico baiano, de Salvador. Como artista plástico já participou de quatro bienais internacionais em São Paulo, além de várias outras exposições no país e no exterior. Editou em 74 a revista “Semiótica” e, seus poemas procuram dar às palavras intensidade plástica, forma. Publicou os livros “O Sacrifício dos Sentidos”, “Obscuridade do Riso”, “Poemas”, “Suor Noturno” e no prelo, “Arquitetura de Algodão”. É um dos grandes nomes brasileiros do poema visual e, já teve matéria sobre sua obra publicada na Revista Pampulha

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